Dançam o par de velas no candelabro como dois cegos buscando reconhecer o próprio corpo. Semi-luzes que não consegue iluminar todo o aposento. Livros, mesas, papéis e canetas. A cadeira com o habitual rangido e o gato que segue solene por entre os móveis. Pulando de móvel em móvel, cai em cima do tapete felpudo de um sonho que era pra ter acontecido há alguns anos. Agora é apenas lembrança de um passado longincuo. As bebidas que foram servidas, agora são apenas as taças que permanecem na mesa esperando a empregada. Ela fez anos! Ganhou um aumento e feliz, fez o serviço de hoje com muito mais afinco. Às vezes penso que tudo é banalidade... A noite se encerrou com os olhos fechados de um sonho que não aconteceu. E o desfecho só acontece quando souber o que vai acontecer.  

Escrito por Piers às 00h35
[] [envie esta mensagem]



Dizer pouco, mas dizendo tudo, sentimentos contrários, incertezas, morosidade, morno, culposo, dolorido, sofrido e infeliz... Aonde foi a esperança? O amor e a paz ainda não sustentam esse ser, ainda não conseguem desdobrar, não conseguem coverter, dobrar e docificar. Nada poderia dizer muito! O silêncio que caucifica. O momento é balsamizado pelas minhas lembranças. Repetências? Caminhantes desventurados, fortes e destituidos dos títulos. Será mesmo possível seguir acreditando em uma mentira? Porque tenho que dar notícias que não são minhas. Qual a poesia, qual a canção que pode dizer o que se passa aqui dentro? Porque me provocam, porque ainda querem ver até onde irei? Quero paz, liberdade! Nada nem ninguém conseguirá tirar-me a consciência tranquila, ainda que eu me encontre aflito e torturado por tudo que venho passado. Quando será o momento que irei fazer aquilo que tenho em mente? Será que não posso ser feliz com esse pouco? Será que não sou digno de ser amado e de amar? Já fiz muitas perguntas, mas quero alguma resposta, ou algo que faça diminiur essa ansiedade. Chego a ter medo do que pode acontecer. Tudo pode acabar amanhã. Irei sobreviver, irei continuar, tenho ideal e confiança nesse sentimento. Tantas e tantas que passamos. Nos jogamos da janela, do barranco e a rua é a serventia da casa. Seguir meu caminho onde a rua pode me levar. Alguém pode me dizer quando isso acaba? Ou como eu faço pra suportar, resistir e viver melhor? Fico pensando naqueles que sabem aproveitar a vida e ainda aprender muito. Há pessoas que tem um roteiro, uma conduta tão irrepreensível que consegue transitar por todos os lados, conhecedora, sábia e misteriosa. Efetiva e eficazmente sabe o que a vida é e o que pode oferecer. Ah! Se eu ao menos pudesse aproveitar a companhia destas. E se eu fosse mais tolerante. E se eu ao menos me permitisse... E deixasse de pensar tanto. Se o sofrimento burila, poderia estar reluzente neste momento... Enganos, engodos, entornos e, se me permitem, devaneios. Não! Não preciso de permissão: permutas, joguetes, descasos e retornos. Nietzsche tinha rezão de como somos convalescentes. E a cura está em nós mesmos.



Escrito por Piers às 00h24
[] [envie esta mensagem]



Há ditames, formas e compensações que tornam a vida muito maior do que ela realmente é. Algumas coisas descobrimos incompreensíveis - pelo menos por algum tempo. Nada poderá ser acobertado ou escuso quando em nosso íntimo temos que a certeza que isso é apenas passageiro e quando soubermos tratar-se, isso se esvanece e cai. Coisas e outras que poderia dizer, mas ainda assim não saria capaz de expressar tudo o que pode ter sido. Você é alguém que é feliz e tem paz dentro de si. Seguindo caminhos, tormentas se formam por estar certo. Conflitos, dores e sofrimentos nada mais são do que raspas insignificantes comparado com o ser que é. Não poderia dizer-te que és mais do que tudo isso. Seguimos conjuntamente, tendendo para um caos. Volte sempre sua mente e sua visão pra algo mais além, confiança de um futuro melhor. Um coração como o seu, sua dignidade, virtudes que admiro e tenho em você um ideal. O caos que disse, na verdade é o porvir que ainda desconhecemos. Não poderia dizer o que será no dia de amanhã, uma vez que o "amanhã a Deus pertence". Como poderia dizer tudo isso? Tenho que ter paciência...

Amar é cruel, é perverso... É frio e distante de tudo que dizem. Nos tornamos tão diferente do que somos. Não conseguimos seguir tranquilos, nem lúcidos. As emoções e sentimentos são tão avassaladores que algumas vezes vejo em um constante tormento. Pode ser paixão? Sei quando amo. E olha que esse amor vai me consumindo, mas é tão bom... Penso como estou conduzindo a vida e vejo que estou tendo disciplina, renúncia e respeito. Ainda que espero algo cada vez mais intenso e fortalecido, maduro e envolvente.

Seja como for, a vida exige cuidados... E preciso tê-los mais e mais! 



Escrito por Piers às 19h43
[] [envie esta mensagem]



Há momentos que contamos nossos passos na rua. Temos nosso caminho traçado, sabemos pra onde vamos, mas em um minuto qualquer pode acontecer algo que não esperamos. Esse é o acaso. Buscamos entender o que seria esse rumo e, se traçado, no espaço e tempo que nos encontramos decide alguma coisa... Digo isso por ver certas coisas que não acho típico. Encontros, desencontros, tropeços e situações que me fogem da simples menção. Arrisco dizer que isso acontece para me esclarecer quanto os desafios da vida.

Atentos dos dois lados, ainda me pairam muitas lembranças. As coisas antigamente eram mais fáceis, mais esclarecedoras. Atualmente tem-me acontecido de ficar mais reflexivo, introspecto e resguardo nas minhas colocações. Medos? Pode ser... Sei lá da onde eles vêm, pois não deveriam. Ainda não me despojei por completo de certos acontecimentos. Lágrimas ainda vertem, dores ainda me fazem sofrer e angústias que ainda me consomem. É gradudual, tudo passa, tudo se ajeita, no final tudo ficará bem. Se não está é porque ainda não acabou. Não que tenha um fim, mas um desfecho de algo que deveria estar bem resolvido, solucionado.

Ainda me pego pensando como as pessoas chegam até mim. Receoso, com medo - palavra maldita e sentimento destructo - me impedem de ser alguém melhor. Autentico, sincero, verdadeiro, dentro das possibilidades, a maioria de nós tenta ser. Se por tanto tempo continuo seguindo resoluto, com princípios, valores, lidando e me portando de uma forma tão rigorosa, como irei auscultar essas incertezas? Fico surdo, cego e entorpecido. Ah! Ingrato, injurioso e covarde! Seria justo se eu me colocasse no meu lugar e fizesse isso por merecer. Não é humilhação saber-se capaz e exigir-se isso. Colocar-se vigiado. Falando assim, parece perverso, desumano e cruel.

Satisfazendo vontades, vivendo de forma leve, tranquila, como a vida é diferente. Sulfla-se, destoa e reverbera tão bem. Calar-se, desenvolver uma escuta, implacável pacificação, lucidez e engajamento em qualquer atividade, qualquer dever, enfim, a vida se torna serena. A arte de bem viver. E conviver consigo mesmo, poder ser sua companhia agradável, dizer-se coisas boas, clarificadas. Entender-se, compreender-se, não distônica pela personalidade. Isso sim seria esse personalismo que não tem atitude, somente palavras.

Sentimentos, emoções, não saberia falar com propriedade se eles estão assim tão certos. Já tive momentos que as coisas poderiam ser de uma hora pra outra descontinuados. E são! A vida é contante movimento, mudança e caos. A vida incide no corpo, a mente descompassada verte em déficit psicoesférico: tosses, dores, vista cansada, embaça e continua cansado. Somático, esnecessário e reacionário. Debilidade e descompressão. Alívio e retorno. Sabemos tanto de um ciclo evolucional e cometemos os mesmos erros. Os mesmos? Porque insistimos nisso? O subjulgo que levamos, um fardo imenso que não aguentamos meros kilometros. Horas, dias... Como nos fazemos mal!

Já tive vontade de acabar com tudo. Já tive vontade de fazer tudo. Já quis mudar o mundo. E hoje sigo minha vida, pleno e solene.Sociável, apesar da timidez e da inibição; expansivo, apesar na natureza introspectiva; otimista, mesmo com as experiências frustradas. Quem quer consegue modificar ao menos sua forma de ver o mundo. E essa visão é muito importante: ela nos abre horizontes, nos possibilita ver as coisas como são e claras como tem que ser. Se ainda não enxergamos, se está nuviado, escuso e longe, chegará o momento que isso se revela. Se esse é um porque, terá um por onde. Sempre alcançamos o que queremos.

Atentos em que fazemos, acho que agora me falta viver um pouco. Conversar mais e atender mais chamados. São tantos. E não é descaso, nem desprezo: é falta de tempo! E quem não acredita, pode ver pelo tempo que aqui dedico escrevendo sobre essas coisas. É, assim eu caminho, forte e decidido. É isso que devemos fazer.



Escrito por Piers às 12h31
[] [envie esta mensagem]



Algumas pessoas sairam de cena, outras entraram, mudaram os contextos, mas me sinto melhor que antes. Acho que algo de inovador, criativo e inusitado está começando acontecer. A morosidade está acabando... Coisas que ficaram muito tempo por dizer, ou ficaram sem dizer... Agora é o momento! Todos essas impedimentos estão desaparecendo. Me sinto mais confiante, mais capaz. Não que antes eu não fosse, mas me sentia inseguro. Verdade é que quando a torrente de adversos subvertem a vida tranquila, é motivo de renovação e mudança. Outros momentos...

A boa sorte, acompanhado de idéias e princípios, valores, transformações e ubíquo sentimento de amor. Ainda indeciso, ainda confuso, não é fácil essa eterna conquista, todos os dias exigindo, combrando um pouco... Eu me cobro, eu me desestruturo, eu me descompasso. Ainda assim, sozinho consigo manter-me sereno... Ah! Sentir-se acolhido, amparado, amado, apaixonado, recíproco. Tão seguro como uma fortaleza. Ninguém poderia dizer algo mais... O silêncio. Tudo me remete à uma casa no campo, uma nova era, gente fina, elegante e sincera... Tranquilo, sereno, lúcido, um ritmo diferente...

Que isso valha pra todos!

Alguém poderia me dizer porque o amor faz isso conosco? Acho que me perdi e encontrei quem eu desejava...



Escrito por Piers às 20h53
[] [envie esta mensagem]



Acariciando seu rosto, olhando para seus olhos, apesar de fechados

Buscando explicações de como fomos nos encontrar nesse tempo, nesse lugar

Abraço-te forte sentindo seu corpo quente, chegando a ter a sua dor

O coração bate mais forte, suas mãos em minhas costas

Há outro lugar, outra felicidade? Estando com você eu não penso nisso...

Estou completo, iluminado por você

Consumado, descansado, fortalecido

Águas torrentes que levam de mim toda a lembrança

Não quero o ontem, nem o amanhã: quero agora!

Eterniza o momento... Quero isso sempre mais!

Intenso, forte, apenas isso...

O amor!



Escrito por Piers às 20h56
[] [envie esta mensagem]



Sentar em um teatro, ver a peça começar, extasiar-se, as cortinas se fecham. Outra cena. Tragédia, comédia, fim. Ver que as coisas estão se repetindo. Algumas coisas são tão previsíveis. E as previsíveis são as mais tempestivas. Não queremos ter o retorno de um sofrimento, mas ele sempre vai com outra roupagem, outra cara. A verdade se revela, todos ficam surpresos. Nada fazia sentido até aquele momento. Agora a vida perde seu sentido, seu mistério. Certeza do final feliz, ou não. Só essas duas possibilidades. Você então vê que você apenas se iludiu por algumas horas e que isso não te acrescentou tanto assim. Foi outra pessoa interpretando um papel, um protagonista, com seus coadjuvantes, um cenário mal feito... O teatro é mero simulacro, sem cor, sem brilho... Será que são as pessoas, o ambiente, tudo isso é a nossa realidade? Porque aceitamos essa realidade?

Alguns scripts, papéis que passamos a interpretar, máscaras, personas, sem textos, sem diálogo, um monólogo, duas, três, milhares entram em cena ao mesmo tempo, cada um ao seu tempo, todos são improtantes, todos dão sua contribuição. E fica por isso mesmo. Sempre fazendo o melhor, sempre dando mais que recebendo. Ou será permuta? Osmose? Deixarei de ser ignorante vendo uma peça sobre Nietzsche, ou serei mais engraçado vendo uma comédia? Sinceramente não sei como funciona. Será isso apenas meios de entreter-se, já que a vida é tão dura que ninguém mais suporta a realidade? Seja o que for, não podemos deixar o palco.

As luzes perseguem os atores, as atrizes com suas roupas impecáveis, podendo até mesmo uma mendiga ser tão bela, aprezível que deixe de ser asqueirosa e nojenta... O cheiro fédido de um lixão, um animal que entra em cena, podem ter um aspecto tão elegante que o mais exigente aplaudirá de pé. O que está por trás disso? Regozija-se com uma mentira... O beijo da mocinha, o bandido que rouba e sai ileso - lembra-se, o ladrão pode ser o mocinho - mesmo um navegante que chega a uma ilha, ou sobrevivente de um terremoto. Um déja-vù? Sim, fatos cotidianos... Lamentavelmente, banalizados, legitimados, certificados, catalogados, mensurados e guardados em livros. O terrível, o perverso será em outro momento o venerado desses psicóticos? Sim, estão todos loucos! Estamos todos! E quem se importa se todos estão? Se todos estão como vão se perceber loucos e quem poderá dizer o contrário? Todos se confundem, homogêneos e desiguais, fortes submissos, decaidos...

Qual a nossa posição num mundo que somente a doença consome, dá lucidez, vontade de se viver? Necessitados, forçados a continuar assim... Arranca-se a carne, venda-se os olhos, nada tem sentido! Nem minhas palavras, nada, tudo leva pra um futuro desolado, sem vida, sem pulsão, sem coração, sem razão... Princípio do fim? Deve ser...

Deficientes do sentimento, da emoção, os afetos se foram, os entes morreram e agora são memória, lembrança? Começará tudo de novo? Destruido o mundo, será quando a nova era? Relegados às mãos do acaso... Consciência? Pertubações de todas as ordens... Fisiológicas, mentais, o sangue vai percorrendo as veias como veneno. O ar contaminado com cheiro de enxofre, isso passará de fantasia? Sonho? Pesadelo...

Otimismo! Confiança! Gastar toda fé... Frases soltas... Vem-me a cabeça tantas coisas e eu para organizar não consigo. Sinto corrompido por essa corrente niilista, descrente demais... Queria ser feliz... Apenas isso. 



Escrito por Piers às 20h52
[] [envie esta mensagem]



Chegará o tempo em que as coisas ficarão cheias de si e que, de tão saturada ela não terá mais importância nenhuma. As pessoas não dão importância ao repetitivo, aquilo que não é criativo ou original. Me sinto assim: obsoleto. Acho que minha receptividade não está lá grande coisa. Perdi muito tempo. Isso deve ter lesado meus centros de força. Um esforço sobre-humano para me manter de pé. Acredito que dentro de mim essa gama de sentimentos e pensamentos deve ter algum porquê, um sentido, uma razão. Gostaria de saber quais. Perdi ou nunca tive a satisfação de ser. Sentir-se improdutivo, como disse, um esforço sobre-humano para fazer coisas tão simples, como escever uma frase do que estou sentindo, parece que estou com um certo impedimento, uma racionalização, uma rigidez tão absurda. A simplicidade que sempre quis me fez inócuo, vazio de pensamentos, mediocre.

Com o passar dos tempos, será que as pessoas esfriam, será que as coisas se auto-sabotam? Será que não há a possibilidade de permanecerem, o amor, por exemplo, ele com toda a sua magnitude seria algo tão incerto de ser previsto? Não há continuidade? Será isso o amor? Desejar, esperá-lo criar-se, acontecer, tempo e tempo. Será que o tão desejado "eu te amo" tem algum efeito na vida das pessoas? Desejado de coração, lá do fundo, creio que ele é sim importante de dizer. Mas o que eu sinto, qual as minhas prioridades, qual meu prospecto, minhas esperança, onde depositei minha fé, minhas fichas em alguém, nada é em vão, então como ficar tão preocupado com a solidão? Será que não estou fazendo o suficiente? Sei que poderia faezr mais, mas esse é meu limite. Preciso ir rompe-lo aos poucos. O tempo é realmente cruel e perverso. Ou será as pessoas?

Estive vendo um documentário sobre os seres humanos quererem ser diferentes dos macacos, mas eles mais se assemelham e isso não tem como negar. Sim, macacos, dancem, humanos, dancem! Um chamamento, uma evocação desses aspectos arcaicos, tão inconscientes e negados ao ponto de nos acharmos acima de tudo e de todos. Saber-se colocar, se posicionar vai muito de como nos sentimos perante a vida. Cada ato, cada comportamento é tão determinado, tão previsível para aqueles que possuem uma sensibilidade acima da média. Ou até mesmo da média. O ser humano vai perdendo todo seu mistério e, consequentemente sua originalidade.

É incrível como consigo fugir do que estou falando, fugindo de mim mesmo. Queria ter uma tranquilidade com a qual eu tento me esconder. A paz, o abraço com meu eu, aceitar-me, relaxar, coisas simples que me fazem sentir bem. Será que sou realmente capaz de viver aqui? Deixei de sobriviver, mas ainda muito pensativo. As coisas não são como eu quero e nem quero que sejam. É tão mais interessante ser pego de surpresa, apesar de que às vezes isso não é bom. Confiar nos outros, mesmo sabendo que corro o risco de estar sendo enganado, inocente, sendo bom da meneira que eu sei ser. Acreditando que todos mereçam ser amados, ser felizes, creio que as coisas estão se alinhando, se delimitando, dando um caminho seguro e reto. Quebramos a cara, acabamos cometendo nossos erros, tendo nossas ilusões por simples descaso de nossos processos internos, não seguindo o curso da vida.

Espero um dia conseguir entender tudo isso. Tudo o que aconteceu antes ficou como? Pessoas, fatos e vivências voltaram e perderam seu impacto. Saudosista, idealista, entusiasta, seja lá como queiram falar, nada disso poderia ter outra função ao de manter a chama da vida, da esperança viva. Temos em nosso favor a certeza de que algo está se formando dentro de nós. A nossa história é essa: a história de todos os tempos contadas por nós, algo se repete, algumas coisas necessária ao nosso crescimento, amadurecimento, aperfeiçoamento, um caos, praticamente uma guerra, um embate, uma guerra fria, mas ainda assim algo que está em constante movimento, numa dinâmica, numa formação constante de nosso eu.



Escrito por Piers às 22h45
[] [envie esta mensagem]



Alguns excessos, como diria Elis Regina "só a velocidade anda junto a mim". Acho que é exatamente isso que vem me acontecendo. Não estou sabendo aproveitar o momento, quero tudo pra ontem! Acho que nessa idade todo mundo quer isso mesmo. Paciência pra quê? Se podemos ter tudo na mão, se a acomodação é ossos do ofício, isso sim é que precisamos fazer. Essa é a maior virtude. Quem poderia dizer alguma coisa contra. Quem nunca sentiu a necessidade? Não falo de santos e regrados. Mesmo eles, acho que já pecaram nesse aspecto.

Para se entender é necessário. Mas quando começo a me entender, acontece alguma coisa que tudo fica confuso. Acho que a mudança é mais rápída do que posso processar. Não é fácil viver desse jeito.

Acho que queremos superar, acho que é tudo tão ostensivo e a gente ainda diz que ama. Amar? Palavra vulgar - a palavra - enquanto o sentimento vai fluindo.

Frases soltas, hoje não estou conseguindo me concentrar...

Algumas coisas são assim. Mas tô consado de me conformar, de correr atrás do prejuizo. Vou tentar ser mais compreensivo, vou deixar as coisas como estão e me aceitar mais.

Diz que Deus dará! Mas ainda estou esperando meu momento. Esperar? Olha lá eu de novo! Eu ainda tenho coragem de falar isso?

Chega! Agora é o monógolo hahaha

Por muito tempo estive nesse tempo ocioso...



Escrito por Piers às 13h30
[] [envie esta mensagem]



Últimas palavras...

A última oportunidade de dar certo. Apostar todas as fichas em algo duvidosos. É exatamente assim que em sinto. Os parcos sentidos não se comparam com a incompetente percepção que ainda temos que desenvolver. A epiderme pode sentir o frescor do vento, o toque gentil, mas nunca poderá servir mais que isso. Os laços, o envolvimento vai mais que um simples abraço. Os braços não conseguem envolver por mais que alguns minutos... Por isso que a força está ainda dentro de nós. O desejo de estar junto.



Escrito por Piers às 22h06
[] [envie esta mensagem]



Transformações

Ativista, militante, não fugirei da luta! Nem pensarei mais nisso. Viverei até morrer! E se morrer, serei atemporal, um memorial vai se erguer e irei viver na boca de pais e filhos. Força, determinação, tenho tudo isso e preciso fazer com que meu potencial se fortaleça. Já que, como dizia Nietzsche, "o que não me mata, fortelece". Sou humano, mas comoverei os Deuses. Sim! Viverei para ser imortal. Não será fácil, mas irei conseguir.

Como algum punhado de palavras pode mudar nossa vida? Nos iludimos muito fácil. Uma coisa é certa: pensamentos e idéias não se perderão. Sempre haverão homens buscando extrair de pedra o leite. Ninguém é mais o que parece. As máscaras estão caindo, as leis do universo regem a verdadeira justiça, cada vez mais rápido a lei de ação e reação! Estou ficando assustado com tudo isso, todas as transformações. Até onde irá? Para onde irei? Com quem irei? O que fazer com tudo isso?

O conhecimento, a lógica, tudo, tudo mesmo veio do caos. Um caos organizado. Acho mesmo que precisou de muito amor para se criar criaturas tão imperfeitas. O amor é a confiança que depositamos e nos entregamos à outros. Somos mães, pais, filhos, somos criados e criadores. Como mensurar tudo isso, como ser objetivo, como catalogar, como? Se pensar que há coisas distintas, que nada é igual, como dizer que isso e aquilo são iguais? A individualidade desprezada. Que lógico? A lógica veio da não lógica? Só pode ser... 

Muitos falam de amadurecimento, de bons e maus, de juízos, de ética, de moral... Que importa tudo isso? Organização da sociedade? Tradição? Costume? Como poderia ser diferente que quisessemos mesmo.

Na minha loucura eu me sinto feliz... Não possui amarras, nem nada que possa impedir meus vôos. Minha dor e sofrimento que tanto falo, nada disso mais importa. Eles me enlevam, me dão outra dimensão do que realmente eu sou. Muito mais que um ser sensível, posso transcender tudo o que me circunda e reveste.



Escrito por Piers às 22h22
[] [envie esta mensagem]



Perdão...

Palavra tão pouco usada, tão pouco entendida... Erros, deslizes, cometemos enganos. O ser humano erra. E erra demasiadamente! Vai contra toda a ética, todo o costume e toda a moral ir contra a verdade. Que verdade? A de não ferir, machucar, fazer sofrer, causar dor a ninguém! Essa é a verdade. Utilizar dos pensamentos, da razão, do juízo pra direcionar a saudável convivência. criatividade pode muito bem destruir relações. Demoramos tanto pra cultiva-las e por capricho nosso, acabamos desperdiçando a oportunidade. Cometemos nossos "crimes" e atrocidades com pessoas que não deveriam passar por isso. Não merecem esse desprezo. A indiferença. E ainda assim guardamos carinho, amor, sofremos juntos já que nso envolvemos. Suicídio, morte da consciência, entorpecimentos... Emoções e sentimentos. Nivelados ao mesmo patamar. Não é justo! Justiça? Quem sou eu pra falar? Devemos arcar com nossas consequências. Inveja, admiração, nada justifica! Ah! Como eu posso ser tão cruel e desumano.

Segunda chace, momento de mudança, tempo, tempo, tempo... Tudo foi passando tão depressa que nem senti. Eu nem pensei! Perdão? Canalha! Você não deveria ter sido tão incompetente e tenha em sua burrice o castigo e a punição de seus erros! Flagelos... Tão semelhantes sou deles. Compreendo outros, perdão a todos! Perdão por tudo que cometi. Ledo engano! O copo derramou, o "cachorro engarafado" esvaiu-se... Acabou! Pereceu! O amor acabou? Sumiu? Não! O amor está latente e eu rezo, vibro, faço como dá. Me arrasto se for preciso. PhD em reparar erros. Abrir uma casa de caridade ajuda em minha redenção? Salvo, só se for pelo "Anjo da Luz" - Lúcifer, companheiro. Acho que já tomei alguns goles de seu fel e do veneno de muitos poetas. Quero a morte a ter que conviver com isso pra sempre. Paulo de Tarso quando disse que tinha um espinho encrustrado na carne, posso conviver como ele viveu? Despojou-se do homem velho para dar lugar ao homem gloriosamente novo, o primeiro cristão! E se falar que o único cristão foi Jesus? Preciso falar-lhe: eu pequei, eu fiz muitas coisas erradas e queria me redimir. "Vá e não peques mais!", mais que isso, vai falar com quem ofendeu e redima-se lavando-lhe os pés.

Luz e trevas, amor e ódio, vida e morte, os contrários existem para que existam! Se não houvesse luz, como haveria as trevas? ninguém jamais poderia tê-la enxergada. Todos em cavernas, enclausurados! Que os muros não sejam tão altos para que a minha visão possa chegar à rua. Ah! Posso sentir o movimento, o transitar dos carros, das pessoas, sorrindo, vivendo. Eu não me lembro quando vivi. Acho que sou um homem que já nasci póstumo. Que meu legado seja esse: um homem tombado! Tenho medo de voltar ao inferno e falar com Hades. Vou olhar Perséfone. Irei causar a discórdia e serei expulso. Qual será meu lugar? Como posso não ver a beleza e a arte de tudo e de todos? É que em meu íntimo ainda está em trevas.

Irei ficar na penumbra, perto do portão, esperando como um caçador a presa chegar. Ela vem correndo, de preto e me abraça. Como pude pensar em matá-lo? Será que eu já sabia? Meu espelho! Ele sou eu! Será também um Deus, ou um semi-deus? Não é humano, eu sei pelos seus traços. Fisionomia serena, sofrida, mas alegre por estar vivo. Vivo mesmo morto! Abre as portas de sua casa e como um vampiro eu adentro. Acabei com tudo e todos! Oh! Quem sou eu para fazê-lo tanto mal? Seria um morcego, uma áve buscando outros ares, outros horizontes, guiando-me pela charidade, para sugar-lhe toda a vitalidade! Sinto pessoas perto de mim. Não sei descrevê-las. Sinto um cheiro horrível de podridão. São ossos e restos de mortais. Será que aturdido em sua beleza e discurso matei-o sem perceber? Ele continua lá, belíssimo em sua simplicidade. Dentro dele guarda grandes enigmas, mistérios e repostas, das quais esperou-se milênios para as perguntas milenares.

Transmutado e subvertido, tudo foi modificado! Agora são vidas opostas, olhando pra frente, mas de costas pro outro. Eu olho pra trás e sinto olhares dele também. Volte! Por favor, preciso de sua companhia, de sua alegria. Pessimismo e melancolia? Nem sei mais o que são. Tão constante, achei meu equilibrio, meu eixo, tudo em mim revive! Quero abraçar-te e fazer-te feliz. Dizer-se-ia que não era merecedor, mas eu estou sacrificando o ser que te traiu - em seu princípios, já que pessoa alguma pdoeria te substituir depois que te conheci! Como irei fazer compreender-me?

Hades me chamou e me deu um pequeno trono ao seu lado. São os sonhos, os mortais! Trouxe todos ao meu redor. Súplicas, reverências, choro e ranger de dentes... Mesmo assim, em minha sexualidade, fui oprimido e emasculado... Ninguém irá desejar-me! Ninguém! E meu castigo é nunca mais ter prazer. Já nem sinto mais... Tornei-me imortal. Pedindo perdão eternamente, esperando a misericórdia do Criador. Ele me olha complacente e diz que ainda vai demorar. Mas eu irei esperá-lo. Eternamente... Pensamentos me povoam... Sâo criações, formas-pensamentos, miasmas, negatividade, mas não sou afetado. Serei duas pessoas pessoas ou mais que isso? Nuvem de testemunhas... Sempre as mesmas coisas. Devem ser reais! Sonhos e fantasias, saio desse marasmo, o abismo se fechou!

Adeus Hades, agora serei feliz, vivendo ao lado em quem amo! E obrigado por me perdoar!



Escrito por Piers às 15h44
[] [envie esta mensagem]



O medo, o desconhecido, me pergunto como vamos conseguir viver daqui pra frente. Não que não tenhamos vivido, mas muitas vezes vamos sobrevivendo a maneira que dá e damos conta do nosso pouco. Incertezas, mentiras e muita expectativa. Esforçamo-nos para nos mantermos de pé. O tempo foi passando e fiquei vendo como os interesses individuais prevalecem. E isso é algo que me pergunto e pergunto porque eu ajo dessa forma. Se sei que vai machucar, ferir, qual o motivo de continuar assim? Não justifica que a mudança é gradativa. Não posso fazer e pronto!

Aqui, parece que estou preso, sufocado, com um cheiro putrefato de ideologias e domesticado em minhas emoções. Já é dia oito de janeiro e eu, daqui alguns dias estarei fazendo 22 anos! Quero ver quando eu fizer 30, 40 anos... Já pensei muito como estou conduzindo minha vida. Desde muito cedo caiu minha ficha quanto as responsabilidades, aos estudos, ao trabalho, mas eu tenho um sério problema de viver na fantasia, nos sonhos. E isso não é bom. Se eu fosse mais realista, com os pés mais ao chão, quem sabe não seria diferente?

Desde muito cedo eu tive a oportunidade de estar lendo bons livros, tive a oportunidade de estudar e pesquisar sobre muitas coisas. Sou muito agradecido. E desde muito cedo eu tenho escrito várias coisas. Acho que agora dei uma desanuviada, tomei outros ares e nem tenho tenho tido muito tempo pra isso. Na verdade eu sempre tive, mas eu não aproveito o suficiente. Deveria ler mais, buscar mais... A gente faz o que pode.

Ontem assisti um filme muito legal, "Se eu fosse você". Aquele filme com a Glória Pires e o Tony Ramos. Achei uma comédia leve, bem-humorada e realista. Lógico que há seus glichês e outros chavões que sempre tem em filmes brasileiros, o que mais me chama a atenção é a forma que eles viram... Um macrocosmo pra um microcosmo, o universo para a terra, o ser humano para os sexos. É interessante pensar nisso. Outro filme muito bom, eu particularmente fiquei extasiado pelo momento que estou vivendo é "O Fabuloso Destino de Amélie Poulain". É um filme francês e mostra os "simples prazeres" de uma moça no seu cotidiano. Desde enfiar sua mão em um saco de grãos à ajudar outros em sua vida. Ainda mais encontrar aquele que é seu grande amor. Almas gêmeas, simétricas, com encaixe perfeito. Algo de lascívo, trabalhando em um sex shop e caras e bocas que denunciam uma perversidade. "O tarado é o homem comum pego em flagrante". Grande Oscar Wilde.

Enfim... Queria comentar um pouco sobre essas coisas simples que fazem diferença. Acho que minha vida é mesmo essa fantasia.

Depois eu volto para mais histórias...



Escrito por Piers às 15h43
[] [envie esta mensagem]



Comentendo enganos... E engodos...

Acho que cometi alguns erros. Acho que querer mudar de uma hora para outra não dá muito certo. Já tentei várias vezes e, por insistência continuo no erro. Enganos... Agora preciso desacreditar e desenganar uma pessoa. E isso envolve tantos sentimentos. O problema é que nos gostamos muito. "Sua loucura me fascina e sua beleza me encanta". Palavras, palavras...

Um alter-ego, uma pessoa que não sou e que preciso falar a verdade. Não estou sendo correto, mas a ilusão é sagrada e a verdade profana. Esse está sendo o meu dilema... Espero tomar a melhor das resoluções. Acho que estou aprendendo o que é me amar, mas preciso tomar cuidado de não ser invasivo com as pessoas. Tenho uma curiosidade imensa e isso atrapalha. Técnicas, estratégias que armam ciladas. E não são precipitadas, mas muitas das quais calculadas ao extremo. E eu digo que amo... Amor é algo tão dúbil, tão incerto, tão incalculado e inevitável... Vai contra toda a razão. Por mais que insista, não forçara nada, já que as coisas se armam por si mesmas. 



Escrito por Piers às 20h48
[] [envie esta mensagem]



Idas e vindas...

Estou sem rumo certo, estou sem horizonte, sem meta, sem médoto, a vida deu uma guidada, foi e voltou, mas não quero retroceder. Um certo mal-estar. Acho que é a rapidez que as coisasa contecem e o tempo que demoramos para digeri-las. Alguma dor, um certo incomodo e ao mesmo tempo o cosmo conspira para que as pessoas cheguem perto e me tirem desse marasmo. Nem sei se posso considerar assim. Quando dizem que os dias belos seguidos, repetidos, perdem o seu encanto, seu brilho e é o que está me acontecendo.

Vivendo de sonhos e fantasias, minha vida regada de momentos tão inebriantes e grato que sou, poderia estar sendo mais leve e espontaneo nos julgamentos. Aliás, nem deveria julgar. Não deveria parar e pensar. Algumas coisas são e devem ser assim. Não devem raciocinar em cima do que é sentimentos. O sentimento não tem razão. O que fazemos dele sim. Devemos tomar cuidado para não tomarmos decisões erradas. E vejo que nem sempre há uma decisão certa. Seja como for, quero seguir um caminho que haja tranquilidade, paz de espírito e de consciência.

A efervecência, esse ano foi de grandes vulcões e explosões. É uma certa perturbação e emoções desenfreadas que me fizeram ver outras pessoas, me fizeram seguir outros caminhos. Nem há realmente caminhos, são momentos. É, guardei traumas, ressentimentos e mágoas. Faezr o quê? O ser humano não consegue suportar tudo. Demora pra elaborar. Agora a visa vai seguindo imperturbavel pq eu não consigo sentir o mais tênue. E mais que isso, não quero avaliar o ano, mensurar e constatar o que foi de bom ou de ruim, passou, foi e agora quero algo novo. Algo que substitua o velho.

Como pude tornar minha vida imaculada algo tão perversa e imprevisível. Não tenho mais controle de nada, nem de ninguém. E como poderia? Quem sou eu para decidir algo? Cansei de semi-deuses, agora eu quero o ser humano. Ele que mais me fascina. A loucura, a cor, a imperfeição, a ruina e a dor. O sofrimento constante vai entorpecendo. Sou eu mesmo. É esse auto-descobrimento que a gente chega quando descobre as pessoas. Certas esquivas, certas fugas, a gente vai se afatsando das pessoas, recusando o contato, o toque, a vontade de etr alguém do lado, renúncia essa pelo medo de ser feliz. A gente não sabe o que fazer com a felicidade.

A imensidão, o depois é algo que não estamos preparados. A gente vai pela conquista, pela aventura, ou receio, seja como for e mesmo assim, o caminho é fácil, depois, quando chega o "the end" dos filmes, o beijo final, o sorriso, as ocisas mudam de lado e a gente não sabe o que afzer com a realidade. Sabemos as músicas, a nossa trilha sonora. Tudo contribui com o momento, mas e depois? O acordar de manhã, ver aquela cara toda amassada, o mau hálito, você quer é distância. É engraçado.

Sabe, queria saber amar melhor. Amar mesmo. É que tenho muitas limitações. Acho que eu perdi muito da arte da conquista, da sedução, do namoro. Ou nem tive. Sabe quando você não consegue demonstrar e se força a amar e não consegue retribuir tudo que lhe dão? Estou sempre em dívida com os meus amores. E não posso cobrar, nem exigir, mesmo que outros não me amem tanto quanto, eu teho é que perdoar. Acho que vejo as coisas de uma forma muito comercial...

Ah! Como preciso mudar. Poesia, letras de músicas, prosas, textos soltos, seja o que for, sou motivo de vários e não consigo fazer um que seja somente de uma pessoa. Todos meus textos são impregnados de dúvidas, indagações e divagações. Não consigo me abster em um assunto só, em uma pessoa só. Um "promiscuo" e "traidor" em meus princípios. Onde é que a linha que separa um do outro?

O tempo tão reticente, sempre inovador, queria saber como fazer bom uso dele. E dos lugares que poderia ir, são tantos e pela indecisão o impasse é ficar pensando qual teria sido a melhor escolha, mesmo não tendo ido em nenhum dos dois, dos três, dos quatro. Tantas pessoas me visitam, tantas pessoas me solicitam e eu não consigo conciliar nada. Toda torrente e de pessoas sensíveis não fica nenhuma. A superficialidade que acontece quando a gente não consegue ir mais além. So fica na margem... Se entregar de cabeça, ir desvendando aos poucos... Nem um nem outro. Nem o certo, nem o erro.

Comigo não há um ponto final, um termino, é sempre algo que pode ser mais discutido, mais vivido. Por isso deixo aqui mais uma deixa.

E eu me vou... Nem saí, mas vou sair... Rs

  

 



Escrito por Piers às 21h19
[] [envie esta mensagem]



[ ver mensagens anteriores ]





Meu perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, ALTO DA LAPA, Homem, de 20 a 25 anos, Portuguese, English, Música, Cinema e vídeo, Seriados e leituras
MSN - surfistastyle@hotmail.com



Histórico
25/03/2007 a 31/03/2007
18/03/2007 a 24/03/2007
11/03/2007 a 17/03/2007
04/03/2007 a 10/03/2007
28/01/2007 a 03/02/2007
21/01/2007 a 27/01/2007
14/01/2007 a 20/01/2007
07/01/2007 a 13/01/2007
24/12/2006 a 30/12/2006
17/12/2006 a 23/12/2006
12/11/2006 a 18/11/2006
29/10/2006 a 04/11/2006
15/10/2006 a 21/10/2006
01/10/2006 a 07/10/2006
24/09/2006 a 30/09/2006
17/09/2006 a 23/09/2006
10/09/2006 a 16/09/2006
03/09/2006 a 09/09/2006
27/08/2006 a 02/09/2006
20/08/2006 a 26/08/2006
06/08/2006 a 12/08/2006
23/07/2006 a 29/07/2006
16/07/2006 a 22/07/2006
23/04/2006 a 29/04/2006
02/04/2006 a 08/04/2006
05/03/2006 a 11/03/2006
19/02/2006 a 25/02/2006
05/02/2006 a 11/02/2006
29/01/2006 a 04/02/2006
22/01/2006 a 28/01/2006
08/01/2006 a 14/01/2006
25/12/2005 a 31/12/2005
18/12/2005 a 24/12/2005
11/12/2005 a 17/12/2005
04/12/2005 a 10/12/2005
27/11/2005 a 03/12/2005
13/11/2005 a 19/11/2005
06/11/2005 a 12/11/2005
30/10/2005 a 05/11/2005
23/10/2005 a 29/10/2005
24/07/2005 a 30/07/2005
10/07/2005 a 16/07/2005
26/06/2005 a 02/07/2005
19/06/2005 a 25/06/2005
05/06/2005 a 11/06/2005
22/05/2005 a 28/05/2005
15/05/2005 a 21/05/2005
08/05/2005 a 14/05/2005
01/05/2005 a 07/05/2005
24/04/2005 a 30/04/2005
17/04/2005 a 23/04/2005
10/04/2005 a 16/04/2005
03/04/2005 a 09/04/2005
27/03/2005 a 02/04/2005
20/03/2005 a 26/03/2005
13/03/2005 a 19/03/2005
06/03/2005 a 12/03/2005
27/02/2005 a 05/03/2005
20/02/2005 a 26/02/2005
13/02/2005 a 19/02/2005
06/02/2005 a 12/02/2005
30/01/2005 a 05/02/2005
23/01/2005 a 29/01/2005
16/01/2005 a 22/01/2005
09/01/2005 a 15/01/2005
02/01/2005 a 08/01/2005
26/12/2004 a 01/01/2005
19/12/2004 a 25/12/2004
12/12/2004 a 18/12/2004
05/12/2004 a 11/12/2004
28/11/2004 a 04/12/2004
21/11/2004 a 27/11/2004
14/11/2004 a 20/11/2004
07/11/2004 a 13/11/2004
31/10/2004 a 06/11/2004
24/10/2004 a 30/10/2004
17/10/2004 a 23/10/2004
10/10/2004 a 16/10/2004
03/10/2004 a 09/10/2004
26/09/2004 a 02/10/2004
19/09/2004 a 25/09/2004
12/09/2004 a 18/09/2004
05/09/2004 a 11/09/2004
29/08/2004 a 04/09/2004
22/08/2004 a 28/08/2004
15/08/2004 a 21/08/2004
08/08/2004 a 14/08/2004
01/08/2004 a 07/08/2004
25/07/2004 a 31/07/2004
18/07/2004 a 24/07/2004
11/07/2004 a 17/07/2004
04/07/2004 a 10/07/2004
27/06/2004 a 03/07/2004
20/06/2004 a 26/06/2004
13/06/2004 a 19/06/2004
06/06/2004 a 12/06/2004
30/05/2004 a 05/06/2004
23/05/2004 a 29/05/2004
16/05/2004 a 22/05/2004
09/05/2004 a 15/05/2004
02/05/2004 a 08/05/2004
25/04/2004 a 01/05/2004
18/04/2004 a 24/04/2004
11/04/2004 a 17/04/2004
28/03/2004 a 03/04/2004
21/03/2004 a 27/03/2004
14/03/2004 a 20/03/2004


Votação
Dê uma nota para meu blog