Vou colocar algumas coisas... Vou ficar um tempo sem postar, ok?

COISAS QUE VOCÊ DEVE SABER ANTES DE ENTRAR NA FACULDADE
1 - Não importa o quão tarde é a sua primeira aula, você vai dormir durante ela.
2 - Você vai mudar completamente e nem vai notar.
3 - Você pode amar várias pessoas de maneiras diferentes.
4 - Alunos de faculdade também jogam aviões de papel durante as aulas.
5 - Se você assistir às aulas calçado, todo mundo vai perguntar por que você foi tão chique para a faculdade.
6 - Cada relógio no prédio mostra um horário diferente.
7 - Se você era inteligente no colegial... azar o seu!
8 - Não importa tudo o que você prometeu quando passou no vestibular; você vai às festas da faculdade, mesmo que sejam na noite anterior à prova final.
9 - Você pode saber toda a matéria e ir mal na prova.
10 - Você pode não saber nada da matéria e tirar dez na prova.
11 - A sua casa é um ótimo lugar para se visitar.
12 - A maior parte da sua educação é adquirida fora das aulas.
13 - Se vc nunca bebeu, vai beber.
14 - Se vc nunca fumou, vai fumar.
15 - Se vc nunca transou, vai transar.
16 - se vc não fizer nada disso durante a Faculdade, não fará nunca mais na vida, a não ser que vc faça uma nova Faculdade.
17 - Você vai se tornar uma daquelas pessoas que seus pais falaram para você não se meter com elas.
18 - Psicologia é, na verdade, Biologia.
19 - Biologia é, na verdade, Química. Química é, na verdade, Física. Física é Matemática.
20 - Ou seja, que mesmo depois de estudar anos, vc não vai saber nada.
21 - Que sentir depressão, solidão e tristeza, não são frescuras de quem não tem o que fazer.
22 - Que vc sempre vai prometer que no próximo semestre, vc vai estudar mais, festar menos, mas que sempre acontecerá o contrário.
23 - As únicas coisas que compensam a faculdade são os amigos que você fará lá.
24 - Não verá a hora de terminar a Faculdade.
25 - E quando terminar, perceberá que foi a melhor época de toda a sua
vida.

ISSO EU DEVERIA TER LIDO ANTES  É EXATAMENTE ISSO Q ACONTECE!


A tradução de Beautiful

Linda

Todos os dias é maravilhoso
Que de repente, é difícil respirar
Agora, depois da insegurança
Causada pela meu sofrimento
Eu era tão envergonhada

Eu sou linda
Não importa o que digam
Palavras não podem me machucar
Eu sou linda
De qualquer jeito
Palavras não podem me machucar
Então você não pode me machucar hoje

Para todos seus amigos você esta delirando
Você cumpriu para toda sua destruição
Se esforçando para preencher o vazio
A peça se foi e o quebra cabeça se desfez
Então deixe o jogo incompleto
É desse jeito

Você é lindo
Não importa o que digam
Palavras não podem te machucar
Você é lindo
De qualquer jeito
Palavras não podem te machucar
Oh não
Então você não pode me machucar hoje

Não importa o que fazemos
Não importa o que dizemos
O sol brilhará pra nós
Porque você está lindo hoje

Nós somos lindos
Não importa o que digamm
Palavras não podem nos machucar
Somos lindos
De qualquer jeito
Palavras não podem nos machucar
Oh não
Então você não pode me machucar hoje

Então você não pode me machucar hoje
Vocês não podem nos machucar
Hoje


A inteligência sem amor, te faz perverso.
A justiça sem amor, te faz implacável.
A diplomacia sem amor, te faz hipócrita.
O êxito sem amor, te faz arrogante.
A riqueza sem amor, te faz avaro.
A docilidade sem amor, te faz servil.
A pobreza sem amor, te faz orgulhoso.
A beleza sem amor, te faz fútil.
A autoridade sem amor, te faz tirano.
O trabalho sem amor, te faz escravo.
A simplicidade sem amor, te deprecia.
A oração sem amor, te faz introvertido e sem propósito.
A lei sem amor, te escraviza.
A política sem amor, te deixa egoísta.
A fé sem amor, te deixa fanático.
A cruz sem amor se converte em tortura.
A vida sem amor... não tem sentido!


MINHA COR AGORA É ROSA!






Escrito por Piers às 21h21
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Que que eu faço?

Muitas pessoas não aguentam mais eu perguntar: "o que que eu faço?" Agora a coisa complicou geral! Espero que tudo que eu tenha feito não tenha sido em vão; será que vou me arrepender? Tô pra fazer uma besteira maior... Ai! O que me aguarda daqui pra frente?

PERTENCER

Clarice Lispector

Um amigo meu, médico, assegurou-me que desde o berço a criança sente o ambiente, a criança quer: nela o ser humano, no berço mesmo, já começou.
Tenho certeza de que no berço a minha primeira vontade foi a de pertencer. Por motivos que aqui não importam, eu de algum modo devia estar sentindo que não pertencia a nada e a ninguém. Nasci de graça.
Se no berço experimentei esta fome humana, ela continua a me acompanhar pela vida afora, como se fosse um destino. A ponto de meu coração se contrair de inveja e desejo quando vejo uma freira: ela pertence a Deus.
Exatamente porque é tão forte em mim a fome de me dar a algo ou a alguém, é que me tornei bastante arisca: tenho medo de revelar de quanto preciso e de como sou pobre. Sou, sim. Muito pobre. Só tenho um corpo e uma alma. E preciso de mais do que isso. Quem sabe se comecei a escrever tão cedo na vida porquê, escrevendo, pelo menos eu pertencia um pouco a mim mesma. O que é um fac-símile triste.
Com o tempo, sobretudo os últimos anos, perdi o jeito de ser gente. Não sei mais como se é. E uma espécie toda nova de "solidão de não pertencer" começou a me invadir como heras num muro.
Se meu desejo mais antigo é o de pertencer, por que então nunca fiz parte de clubes ou de associações? Porque não é isso que eu chamo de pertencer. O que eu queria, e não posso, é por exemplo que tudo o que me viesse de bom de dentro de mim eu pudesse dar àquilo que eu pertenço. Mesmo minhas alegrias, como são solitárias às vezes. E uma alegria solitária pode se tornar patética. É como ficar com um presente todo embrulhado em papel enfeitado de presente nas mãos - e não ter a quem dizer: tome, é seu, abra-o! Não querendo me ver em situações patéticas e, por uma espécie de contenção, evitando o tom de tragédia, raramente embrulho com papel de presente os meus sentimentos.
Pertencer não vem apenas de ser fraca e precisar unir-se a algo ou a alguém mais forte. Muitas vezes a vontade intensa de pertencer vem em mim de minha própria força - eu quero pertencer para que minha força não seja inútil e fortifique uma pessoa ou uma coisa.
Embora eu tenha uma alegria: pertenço, por exemplo, a meus país, e como milhões de outras pessoas sou a ele tão pertencente a ponto de ser brasileira. E eu que, muito sinceramente, jamais desejei ou desejaria a popularidade - sou individualista demais para que pudesse suportar a invasão de que uma pessoa popular é vítima -, eu, que não quero a popularidade, sinto-me no entanto feliz de pertencer à literatura brasileira. Não, não é por orgulho, nem por ambição. Sou feliz de pertencer à literatura brasileira por motivos que nada têm a ver com a literatura, pois nem ao menos sou uma literata ou uma intelectual. Feliz apenas por "fazer parte"
Quase consigo me visualizar no berço, quase consigo reproduzir em mim a vaga e no entanto premente sensação de precisar pertencer. Por motivos que nem minha mãe nem meu pai podiam controlar, eu nasci e fiquei apenas: nascida.
No entanto fui preparada para ser dada à luz de um modo tão bonito. Minha mãe já estava doente, e, por uma superstição bastante espalhada, acreditava-se que ter um filho curava uma mulher de uma doença. Então fui deliberadamente criada: com amor e esperança. Só que não curei minha mãe. E sinto até hoje essa carga de culpa: fizeram-me para uma missão determinada e eu falhei. Como se contassem comigo nas trincheiras de uma guerra e eu tivesse desertado. Sei que meus pais me perdoaram por eu ter nascido em vão e tê-los traído na grande esperança. Mas eu, eu não me perdôo. Quereria que simplesmente se tivesse feito um milagre: eu nascer e curar minha mãe. Então, sim: eu teria pertencido a meu pai e a minha mãe. Eu nem podia confiar a alguém essa espécie de solidão de não pertencer porque, como desertor, eu tinha o segredo da fuga que por vergonha não podia ser conhecido.
A vida me fez de vez em quando pertencer, como se fosse para me dar a medida do que eu perco não pertencendo. E então eu soube: pertencer é viver. Experimentei-o com a sede de quem está no deserto e bebe sôfrego os últimos goles de água de um cantil. E depois a sede volta e é no deserto mesmo que caminho.


Avesso
(Jorge Vercilo)
Nós já temos encontro marcado
Eu só não sei quando
Se daqui a dois dias
Se daqui a mil anos
Com dois canos pra min apontados
Ousaria te olhar, ousaria te ver
Num insuspeitavel bar, pra decência não nos ver
Perigoso é te amar, doloroso querer
Somos homens pra saber o que é melhor pra nós
O desejo a nos punir, só porque somos iguais
A Idade Média é aqui
Mesmo que me arranquem o sexo, minha honra, meu prazer
Te amar eu ousaria
E você, o que fará se esse orgulho nos perder?
No clarão do luar, espero
Cá nos braços do mar me entrego
Quanto tempo levar, quero saber se você
É tão forte que nem lá no fundo irá desejar
O que eu sinto, meu Deus, é tão forte!
Até pode matar
O teu pai já me jurou de morte por eu te desviar
Se os boatos criarem raízes
Ousarias me olhar?
Ousarias me ver?
Dois meninos num vagão e o mistério do prazer
Perigoso é me amar, obscuro querer
Somos grandes para entender, mas pequenos para opinar
Se eles vão nos receber
É mais fácil condenar ou noivados pra fingir
Mesmo que chegue o momento que eu não esteja mais aqui
E meus ossos virem adubo
Você pode me encontrar no avesso de uma dor
No clarão do luar, espero
Cá nos braços do mar me entrego
Quanto tempo levar, quero saber se você
É tão forte que nem lá no fundo irá desejar ...

ESSA É UMA DAS MÚSICAS QUE EU MAIS GOSTO...


O mais importante é a mudança, o movimento, o dinamismo, a energia.

Só o que está morto não muda!

Repito por pura alegria de viver:

a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não

vale a pena !!!

Queria agradecer a Mô que me mandou esse último texto.

Pessoas, rezem por mim, ok?

Bjum

Piers T.T



Escrito por Piers às 16h09
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trabalhos da facul

1 - http://www.monografias.com/trabajos14/biotecnologiagen/biotecnologiagen.shtml

2 - http://bioinformatica.uab.es/genetica/curso/Historia.html

3 - http://www.ufv.br/dbg/gbolhtm/gbol17.htm

4 - http://acd.ufrj.br/genetica/cursos/gendec.htm

5 - http://www.geocities.com/CapeCanaveral/Hangar/4434/053b.html

6 - http://www.comciencia.br/200407/reportagens/07.shtml

7 - http://sd1.med.uchile.cl/evolucion/evolucion/textos/mayr93-extract3.htm

8 - http://www.ghente.org/doc_juridicos/

9 - http://www.dbbe.fcen.uba.ar/origen.htm

10 - http://ww2.mcgill.ca/biology/faculty/hendry/Hendry&KinnisonGenetica2001.pdf

11 - http://fai.unne.edu.ar/bioetica/introbiotec.htm

12 - http://www.free-news.org/opiula04.htm



Escrito por Piers às 22h35
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Não dá certo fazer trabalho e ver piadas pelo computador =P

A SECRETÁRIA ELETRÔNICA DO HOSPÍCIO - (SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE)

TRIIIMM.......... TRIIIMM......... TRIIIMM.........

RESPONDE O GRAVADOR DO HOSPÍCIO:
"Obrigado por ter ligado para o Instituto de Saúde Mental, a companhia mais certa para seus momentos de maior loucura."

- Se você é obsessivo-compulsivo, aperte repetidamente o número 1;
- Se você é co-dependente, peça a alguém que aperte o número 2 por você;
- Se você tem múltipla personalidade, aperte 3,4,5 e 6;
- Se você é paranóico, nós sabemos quem é você, o que você faz e o que quer. Espere na linha enquanto rastreamos sua chamada;
- Se você sofre de alucinações, aperte o 7 nesse telefone colorido gigante que você (e só você) vê à sua direita;
- Se você é esquizofrênico, escute cuidadosamente, e uma voz interior lhe indicará o número a pressionar;
- Se você é depressivo, não importa que número aperte. Nada vai lhe tirar de sua lamentável situação;
- Se você sofre de amnésia, aperte 8 e diga em voz alta seu nome, endereço, telefone, carteira de identidade, CPF, data de nascimento, estado civil, o sobrenome de solteira de sua mãe e de Josefina Bonaparte;
- Se você sofre de indecisão, deixe sua mensagem depois de escutar o tom,..... ou antes do tom, . depois do tom, ........ ou durante o tom. Em todo o caso, espere pelo tom;
- Se você sofre de perda de memória a curto prazo, aperte 9;
- Se você sofre de perda de memória a curtíssimo prazo, aperte 9, 9,9, 9,9,9, 9, 9, 9;
- Se você tem baixa auto-estima, por favor desligue. Todos os nossos operadores estão ocupados atendendo pessoas mais importantes que você;
- Se VOCÊ votou no Lula, ...... azar o seu, ........ desligue e espere até 2006 ..... Aqui atendemos loucos e não imbecis !


Agora eu me pergunto:

O QUE EU TÔ FAZENDO VENDO ESSAS BESTEIRAS, ENQUANTO TENHO UM RESUMO PRA SEXTA DE UMA APOSTILA DE 12 FOLHA, UM TRABALHO DE GENÉTICA PRA QUINTA E DUAS QUESTÕES DE UM LIVRO DE PLATÃO PARA AULA DE FILOSOFIA? AGORA ENTENDEM PQ EU ME ACHO SUPER VAGABUNDO, ETC, ETC, ETC...

O VADIO VAI FAZER O QUE SE DEVE E VER SE DÁ TEMPO. APESAR DO MEU FDS PROLONGADO GRAÇAS O FERIADO, NÃO FIZ NADA, NEM MESMO DESCANSAR. AINDA BEM QUE, FORA OS TRABALHOS A FACUL TÁ MAIS TRANQUILA.

OBRIGADO AS PESSOAS QUE ME ATURARAM NESSE TEMPO, DESCULPA QUALQUER INCONVENIENTE. QUANDO VOLTAR A ME TRATAR, JURO QUE PEÇO REMÉDIOS MAIS FORTES, UM CAMISA DE FORÇA E UM SALA DE ISOLAMENTO. DEUS, EM SUA INFINITA MISERICÓRDIA, MUITO OBRIGADO POR NÃO TER TPM, PQ SENÃO EU MATAVA!

BJUM POVO

E ATÉ A FACULDADE AMANHÃ. SE EU ESTIVER VIVO ATÉ LÁ...

POR FALAR EM VIVO, QUANDO VOU COMPRAR MEU CELULAR? TÔ COM O $$$ E NAUM COM TEMPO. AI, AI, AI!




Escrito por Piers às 19h22
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A separação política entre a colônia e Portugal (detalhe pro post abaixo: os primos de Portugal da minha mãe por aqui. Hummm supeito o.O hahaha)

Folha Imagem
Estátua de dom Pedro 1º
no centro do Rio
No dia 7 de setembro de 1822, o príncipe regente dom Pedro, irritado com as exigências da corte, declarou oficialmente a separação política entre a colônia que governava e Portugal. Em outras palavras, ele proclamou a independência do Brasil.

Um mês depois, mais precisamente em 12 de outubro de 1822, dom Pedro foi aclamado imperador e, em 1º de dezembro, coroado pelo bispo do Rio de Janeiro, recebendo o título de dom Pedro 1º.

Resumidamente, a conquista da independência do nosso país poderia ser contada dessa forma, mas a história não é tão simples assim. Começa realmente com o enfraquecimento do sistema colonial e a chegada da corte portuguesa ao Brasil (1808) e só termina em 1824, com a adoção da primeira Constituição brasileira.

Os motivos da separação
Entre os séculos 18 e 19, cresceram no Brasil as pressões externas e internas contra o monopólio comercial português e a cobrança de altos impostos numa época de livre comércio.

Diversas revoltas - a exemplo da Inconfidência Mineira, a Conjuração Baiana e a Revolta Pernambucana de 1817 -, aliadas à Revolução Francesa e à independência dos Estados Unidos, provocaram o enfraquecimento do colonialismo e reforçaram o liberalismo comercial no Brasil. Em 1808, com a abertura dos portos, o Brasil passou a ter mais liberdade econômica e, com sua elevação à categoria de Reino Unido, deixou de ser, formalmente, uma colônia.

Em 1820, a burguesia portuguesa tentou resgatar sua supremacia comercial, promovendo a Revolução Liberal do Porto. No ano seguinte, o parlamento português obrigou dom João 6º a jurar lealdade à Constituição e a voltar para Portugal. Seu filho dom Pedro foi deixado no Brasil, na condição de príncipe regente, para conduzir uma eventual a separação política.

O rompimento
As pressões contra o controle de portugal cresceram na colônia, e a metrópole passou a exigir a volta de dom Pedro. O príncipe deu sua resposta a Portugal no dia 9 de janeiro de 1822 (dia do Fico), com a célebre frase "Se é para o bem de todos e felicidade geral da Nação, diga ao povo que fico".

Iniciou-se um esforço político por parte dos ministros e conselheiros de dom Pedro, pela permanência dos vínculos com Portugal, mantendo um pouco de autonomia para o Brasil. Queriam uma independência sem traumas, mas as críticas ao colonialismo ficaram insustentáveis. Dom Pedro, então, se viu pressionado a oficializar o rompimento.

Foi assim que, em 3 de junho de 1822, dom Pedro convocou a primeira Assembléia Constituinte brasileira. Em 1º de agosto, declarou inimigas as tropas portuguesas que desembarcassem no Brasil e, dias depois, assinou o Manifesto às Nações Amigas, justificando o rompimento com as cortes de Lisboa e garantindo a independência do país, como reino irmão de Portugal.

Em represália, os portugueses anularam a convocação da Assembléia Constituinte brasileira, enviaram tropas à colônia e exigiram o retorno imediato do príncipe regente a Portugal. No dia 7 de setembro de 1822, durante uma visita a São Paulo, nas proximidades do rio Ipiranga, dom Pedro recebeu uma carta com as exigências das cortes e reagiu proclamando a independência do Brasil. Bahia, Maranhão e Pará, que tinham juntas governantes de maioria portuguesa, só reconheceram a independência em meados do ano seguinte, depois de muitos conflitos entre a população e os soldados portugueses.

No início de 1823, houve eleições para a Assembléia Constituinte que elaboraria e aprovaria a Carta constitucional do império brasileiro, mas, em virtude de divergências com dom Pedro, a Assembléia logo foi fechada. A 1ª Constituição brasileira foi, então, elaborada pelo Conselho de Estado e outorgada pelo imperador em 25 de março de 1824.

Com a Constituição em vigor, a separação entre a colônia e a metrópole foi finalmente concretizada. Mesmo assim, a independência só é reconhecida por Portugal em 1825, com a assinatura do Tratado de Paz e Aliança entre Portugal e Brasil, por dom João 6º.



Escrito por Piers às 18h48
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Os primos da minha mãe aqui no Brasil!!

Estou tendo orgasmos múltiplos

Não estava botando muita. Aí vem que me aparecem: ...

Não pode ser! Minha família é lindaaaaaaaa

Como sou feliz de viver esses momentos tão acolhedores, tão afáveis


Lavei a louça pensando em como pode ser proveitoso um almoço em família

Acho eles gostaram de mim

Sou o mais animado. Sabe, eu sou diferente. E gosto disso.

Bjum pessoas

Tô feliz! Quem sabe um dia naum vou pra Portugal?


Vou colocar um post com a história do dia 7 de setembro. Faz tempo que eu não tenho História, pra relembrar os velhos tempos de escola, com aquelas pesquisas ridículas. Agora o ridículo vira blog uhauhahua



Escrito por Piers às 11h15
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Eu que me pergunto...

Por que relacionamentos gays são tão complicados?
 

Para responder essa questão é preciso lembrar que relacionamentos, tanto faz se entre héteros ou entre gays, são sempre complicados. Porém, os gays são também obrigados a lidar com muitas outras dificuldades além das enfrentadas por todo mundo.

    
Digital Vision
 

A mais séria, a meu ver, é a homofobia internalizada. Desde muito cedo aprendemos, entre outras coisas negativas, que relacionamentos homossexuais não têm futuro. Baseados apenas na satisfação imediata pelo sexo, sem fins de procriação e sem função na sociedade, esses relacionamentos são vistos como narcisistas e imaturos. Crescemos sem termos a oportunidade de explorar nossa afetividade e sexualidade de forma natural e espontânea, como fazem os héteros, e passamos a acreditar que nossa diferença está irremediavelmente associada à solidão e ao abandono.

Como essas crenças estão, na maior parte das vezes, no nível inconsciente, tendemos a buscar fora de nós as causas para nosso fracasso em obter e manter relacionamentos significativos. “Os gays (os outros, é claro!) só pensam em sexo” ou “ninguém quer nada sério” não são meras constatações da realidade que nos cerca, mas indicadores poderosos da nossa homofobia internalizada.

Um outro sintoma importante da homofobia internalizada é o valor positivo que se costuma dar aos “fora do meio”. Esses costumam ser vistos como “superiores”, como uma casta que não se mistura com a massa “promíscua” e “fútil” da qual se constitui o mundo gay. Ora, se vivo “fora do meio” e rejeito aqueles que são como eu, como fazer para encontrar um parceiro e para estabelecer um relacionamento que se sustente sem os apoios familiar ou social? (situação parecida ocorre com mulheres que só têm amigos gays e se queixam de não conseguir arranjar um namorado).

Outra dificuldade inerente aos relacionamentos gays tem a ver com os papéis de gênero (masculino e feminino), ou seja, os comportamentos e atitudes que a sociedade estabelece para cada um dos gêneros, e que nos são impostos primariamente pela família e pela escola. Os meninos são incentivados a serem fortes e competitivos, a evitarem demonstrações de afeto e a explorarem sua sexualidade de forma mais livre do que as meninas. Com isso, aprendemos pouco sobre como expressar sentimentos e dividir nossa intimidade. Por outro lado, desenvolvemos uma identidade fortemente apoiada na sexualidade e na disputa pelo poder. Como um relacionamento gay envolve necessariamente dois homens, essas características de gênero tendem a ser uma fonte adicional de conflitos.

Impossível falar sobre relacionamentos gays sem tratar da questão da invisibilidade. A maioria dos gays cresce em famílias heterossexuais e passa boa parte da infância e da adolescência sem sequer conhecer um casal gay (abertamente gay e/ou abertamente casal).

Mesmo depois de termos nos assumido e passado a conviver com outros gays, não é muito freqüente encontrarmos casais gays estáveis e visíveis. Muitos escolhem se “misturar” com os héteros e viver uma vida longe da comunidade gay; ou porque sentem-se, de alguma forma, ameaçados na sua segurança, ou porque acreditam que o modelo de casal não é compatível com o estilo de vida gay (de novo a homofobia!).

Além disso, a ausência de modelos públicos (como na mídia, por exemplo), a falta de literatura específica sobre o tema (quantos livros sobre relacionamentos gays você conhece?) e de especialistas em aconselhamento para casais gays, torna essa empreitada uma aventura ainda mais solitária.

Quando um casal hétero se forma, “os céus dizem amém”. É possível, e muito desejável, que o casal compartilhe sua felicidade com a família e os amigos. Quando se depara com as dificuldades naturais dos relacionamentos, encontra apoio e ajuda para resolver os problemas. Quando se separa, além dos ombros de familiares e de amigos para chorar, o casal terá provavelmente a compreensão de todos à sua volta, assim como todos os recursos que a sociedade heterossexual lhe oferece . Para o casal gay “invisível”, a maior parte desses privilégios será negada. Como justificar para a família ou para o chefe no trabalho a alegria ou a tristeza do momento? Como enfrentar as crises inevitáveis sem o suporte daqueles que estão próximos? Onde buscar ajuda de forma segura e confiável?

Além dessas dificuldades mais específicas, gays, assim como héteros, trazem para seus relacionamentos uma bagagem emocional complexa que se forma, a partir dos primeiros anos, na relação com os pais (ou seus substitutos) e se consolida por meio das experiências de vida. É disso que tratarei na próxima coluna.

 
Klecius Borges é Terapeuta Afirmativo


Escrito por Piers às 22h13
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Antiga amizade - Que saudade!

Vou publicar uma foto de uma minina muuuito linda que estudou comigo na Federação:

É a minina do lado esquerdo, a morena. O nome dela é Aline. Tenham inveja u.u hahaha A amiga dela eu naum conheco e sou supeito a falar

'Line, se cuida e fica com Deus =***

Agora umas coisas que eu roubei ohohoh

Foto de dois garotos muito lindinhus  :

Mais dois garotos  :

Pô! Isso é tentação! FIGHTING TEMPTATIONS! hahaha Estou impossível... ô_Ô

Ai ai ai... Que saudade do meu gatin =^.^= Preciso fazer alguma coisa... Não vou suportar tanto tempo...

Bjus pro 6

F - U - I



Escrito por Piers às 21h50
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Filme da semana: De repente 30 / O cinema estava tão lotado que eu tive que me separar do meu gatin. Gays naum podem mais se amar no cinema =P Quem vê, pensa hahaha

Aos 12 anos, Jenna Rink (Jennifer Garner) freqüenta a escola e tem as mesmas preocupações de qualquer adolescente: os pais que pegam no pé, as amizades que não consegue conquistar e o garoto que nem sabe que ela existe. Ela quer fazer parte do grupo de garotas populares do colégio, mas o máximo que consegue é ter como fã Matt, o vizinho gordinho que a adora. Na sua festa de aniversário, ela é humilhada e trancada num armário e faz seu grande desejo: tornar-se adulta. Como um passe de mágica, quando acorda no dia seguinte, ela descobre que cresceu e mora em Nova York, trabalha como editora numa revista e ainda namora um jogador de hóquei.

De 13 para De Repente 30 anos de idade, Jenna começa a descobrir o que aconteceu com a sua vida. Não só ela está mais velha, mas o tempo também passou, de 1987 agora está em 2004. Ela também descobre que uma de suas colegas de colégio, Lucy, é sua companheira na revista. Para entender o que está acontecendo, a garota resolve procurar Matt (Mark Ruffalo), o amigo de infância, que não é muito receptivo com sua presença. Ele conta que os dois se separaram ainda na escola e cada um seguiu seu caminho. O rapaz agora é fotógrafo e está prestes a se casar, enquanto Jenna virou uma mulher manipuladora que ninguém gosta. Ao mesmo tempo em que digere todas essas novidades, ela precisa cuidar de sua vida profissional e ainda percebe que está se apaixonando por Matt.

Não estranhe se tiver a sensação de que já viu este filme, que segue o mesmo contexto de Quero Ser Grande, Sexta-Feira Muito Louca, entre outros do gênero. Renée Zellweger, de O Diário de Bridget Jones, chegou a ser cotada para o papel principal, mas Jennifer Garner acabou ganhando a vaga de protagonista. A intérprete, conhecida por atuar no seriado Alias, está chamando a atenção por algumas semelhanças físicas com a atriz Julia Roberts.


INFORMAÇÕES

Censura: Livre
Diretor: Gary Winick
Elenco: Jennifer Garner, Mark Ruffalo e Judy Greer
Nome Original: 13 Going on 30
Ano: 2004
País: EUA
Duração:

98 minutos

ESTOU DE GREVE! U.U SE NAUM ME DEIXAREM COMENTÁRIO, EU NAUM ESCREVO MAIS! PÔ! O POVO ENTRA E NAUM DEIXA NADA. Q CONSIDERAÇÃO! TÔ PUTO!

SE ALGUÉM SOUBER UM SITE BOM DE FILOSOFIA, DE PSICOLOGIA, TERAPIAS OU OUTRO PARECIDO, ENVIE-ME, SIM? PRECISO FAZER DOIS TRABALHOS: RESPONDER PERGUNTAS DO TEXTO FEDRO DE PLATÃO E FAZER UM TRABALHO DE GENÉTICA, NO ANO DE 1940.

VALEU PESSOAS, AGORA VOU-ME INDO

BJUS E ABRAÇOS



Escrito por Piers às 12h40
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